Ar pra dentro.
Ar pra fora.
Narinas abertas.
Círculos completos.
Precisar ter consciência para respirar corretamente
é como precisar ter consciência para relaxar.
Viver num eterno momento de tensão
interrompido por pausas eventuais.
Eternamente breves.
Dolorosamente conscientes.
Inspirações ralas por entre os dentes
logo trazem expirações pouco inspiradas,
desprovidas de poesia.
Como se já não houvesse escassez ao redor.
Inspirações profundas!
Sempre que possível.
Pequenos lampejos de harmonia
justificam o esforço de aprender
algo tão fácil de ignorar
e tão trabalhoso como aprender a andar.
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