Os socos contundem o corpo.
As palavras marcam a alma.
Danos evidentes com opressores claros.
O contra ataque, mesmo que ineficaz,
será sempre possível.
Como se defender da ausência?
Sem bochecha para esbofetear,
ouvidos para obscenidades,
saco para chutar.
Aceitação.
Temos que nos permitir.
Amar, sofrer, seguir.
Troque a auto-análise
pelo auto-cuidado.
Isto aliado ao tempo...
É tudo que temos...
Pode ser pouco...
Mas é tudo que temos.
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